Mostra de Enfermagem movimenta Faculdades Santo Agostinho

Acadêmicos do curso de Enfermagem das Faculdades Santo Agostinho tiveram a oportunidade de expor as experiências de estágios supervisionados dentro da academia, na comunidade e instituições de saúde em que atuam. Este foi um dos objetivos da 1ª Mostra de Enfermagem realizada na noite da última sexta-feira, 08, no foyer do auditório do Campus JK e reuniu 44 trabalhos científicos.

Rosana Franciele Botelho Ruas, coordenadora de Estágios, docente e preceptora da instituição, explicou que a iniciativa dessa Mostra começou em março deste ano para as atividades desenvolvidas externamente não ficassem perdidas. “Os alunos já tinham essa experiência entre as turmas e ela é bastante positiva. Agora, eles vivenciaram essa experiência externamente”, ressaltou.

Adélia Dayane Guimarães Fonseca, coordenadora-adjunta do Curso de Enfermagem, disse que, do ponto de vista da academia, a interlocução teórico-prático é uma oportunidade de os estudantes vivenciarem a prática no campo do estágio. “Para os acadêmicos, a mostra oportuniza a troca de experiência e conhecimento com trabalhos científicos de outros colegas do curso. E, para a instituição, é importante para a visibilidade do curso externamente, mostrando a produção do conhecimento e estimulando a atenção primária no contexto hospitalar e da comunidade”, destacou.

Bruno Lopes Pereira, acadêmico do 7º período de Enfermagem, participou com o trabalho “Parada Cardiorrespiratória: Um Relato de Experiência sobre a Capacitação de Profissionais de Enfermagem em um Hospital de Montes Claros”.

O estudante conta que, durante o estágio em uma enfermaria de hospital, percebeu-se que os técnicos de Enfermagem ainda tinham muitas dúvidas sobre como assistir casos de Reanimação Cardiopulmonar – e, dessa maneira, surgiu a ideia de capacitação desses agentes. “Fizemos um trabalho com o envolvimento de todos os colegas de todos os períodos. No nosso caso, o trabalho foi realizado durante o estágio em uma enfermaria e sentimos a necessidade de alguns profissionais na sistemática em casos de RCP. Foi um treinamento para, aproximadamente, 15 pessoas, sobre a cadeia de sobrevivência intra-hospitalar atualizada e a prática do RCP”, frisou o acadêmico.